Saudade.
Saudade do cheiro. Do gosto. Do beijo. Das risadas... ah, as risadas. Era tão bom rir daquele jeito.
Saudade até das brigas. Dos ciúmes.
Saudade de mensagens até as 3:35 da madrugada, por falta de sono e uma saudade imensa no peito.
Saudade do abraço. Das mãos entrelaçadas. Da confiança inabalável, que ninguém poderia destruir... ninguém além de nós mesmos.
Saudade que aperta o peito e mói o coração.
Thursday, August 28, 2008
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